Parabéns a ti.

Hoje é o teu dia. E eu acordei a pensar que farias 37 anos. Bolas, bolas.

A ideia de que possas já não ser assim tão PuTo entristece-me. E entristece-me pensar nas coisas fantásticas que teriam encaixado em todos esses anos. Em todas as histórias, todas as aventuras que irias viver e contar. O orgulho imenso nas tuas conquistas e as turras que iriamos continuar a ter, porque sim… E no entanto, tanto tempo em que só temos isto. As memórias.

Gostava de poder construir novas memórias contigo. Tinhas gostado de nos ver a explorar mundo pelo SE asiático. E até acho que tinhas parado por lá um bocado. Gente boa aquela, cheia de cor e com aquela paz que tu gostavas. Ou talvez gostasses mais deste cantinho do índico, das paisagens a perder de vista e das praias sem fim.

Também gostava muito que conhecesses os teus sobrinhos. E que eles te conhecessem a ti. E que os levasses para aventuras. E que os ajudasses. E que respondesses quando perguntam “E o PuTo, era como?”. Sim, porque eles perguntam. Mais a Carolina que o Gabriel, claro, mas perguntam. E tocam bateriam e orgão. E é tão doloroso para os meus ouvidos, como quando eras tu que estavas a aprender. (Não tive ainda coragem de falar da moto-serra, não vão eles começar a ter ideias tontas!). Ias ter orgulho neles. Estão uns crescidos, lindos, cheios de mundo e com o teu brilho no olhar.

Mas era isso, o que eu gostava mesmo, mesmo, era que estivesses aqui. Fazes-me falta. Fazes-nos falta. Muita falta. Mil Beijos de Parabéns para sempre maninho.

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